Esculturas Hiperrealistas Monumental

21 de novembro de 2008

Estas obras pertencem ao escultor RON MUECK - australiano nascido em 1958.

 A primeira reação é de espanto, dúvida e muita curiosidade, mas depois que observamos os detalhes e a perfeição pela qual são apresentados os sentimentos em suas obras, percebemos que trata-se de um trabalho espetacular que retrata através das diversas expressões esculpidas um foco na solidão que é impossivel não perceber. Sem dúvida, a fusão da arte com a realidade.

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Divulgação

Divulgação

Na verdade Mueck é um criador de marionetas. Natural da Austrália, instalou-se em Londres em 1983 para trabalhar com Jim Henson, o famoso criador da Rua Sésamo e d’Os Marretas. A experiência que adquiriu fez com que se aventurasse no mundo da publicidade como fabricante de manequins. A partir daqui a sua história é semelhante a um conto de fadas… Em 1996 a pintora portuguesa Paula Rego, há muito radicada em Londres, conheceu Mueck e encomendou-lhe um manequim de Pinóquio para um dos seus trabalhos. O modelo que executou era de tal modo expressivo que a pintora o guardou para si no seu atelier onde, algum tempo mais tarde, foi descoberto pelo coleccionador de arte Charles Saatchi. O marionetista viu-se assim retirado do mundo da publicidade e lançado inesperadamente para o meio artístico.

A sua entrada na cena artística foi um verdadeiro escândalo! Uma das primeiras obras que apresentou foi uma escultura do seu pai, recentemente falecido, todo nu. Plena de realismo, a escultura tinha outra característica ainda mais chocante: não media mais do que 1 metro de comprimento. Que ideia macabra era aquela? Longe de ser escandalosa, tratou-se de um sentido acto de amor.

Esta é uma das enormes virtudes das obras de Ron Mueck: a fragilidade dos seres humanos apresentada de um modo cru, não seres humanos perfeitos mas precisamente o contrário. É essa qualidade que as torna insuportavelmente reais mas também profundamente emotivas, tocantes até, a que a escala monumental ou diminuta das figuras acrescenta uma estranheza inquietante. Simultaneamente reais e falsas, encarnam afinal a dualidade do ser humano, também portador, tal como Pinóquio, da verdade e da mentira.

 

Agradecimentos aos sites -  www.uncovering.org e www.youtube.com

Publicado em artes e letras por seven em 21 jan 2008

Fundador do obvious. Autor e atual responsável pela linha editorial.

Orgulho Nacional - Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim

21 de novembro de 2008

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“Som sobre tom”

Texto de Carlos Drummond de Andrade

Abro a janela, e em minha paróquia não visitada por sabiás, um sabiá está cantando. O ouvido não se enganou, e é fácil de explicar. Nesta manhã, um sabiá múltiplo e comemorativo gorjeia em cada árvore de cada bairro do Rio, da Tijuca ao Leblon, pela chegada dos cinquenta anos do sabiá-mor, vulgo Tom Jobim.

O pássaro desenvolve um canto geral, em nome das aves amadas por Tom, inclusive o matita-perê, que não nasceu lá muito melodioso, e o jereba, ou urubu de cabeça vermelha, do qual obviamente não se exigem primores vocais. E sua ária festiva é justa homenagem da natureza ao compositor que soube captar para nós, entre canções de amor sofrido ou exultante, a palpitação, o lirismo surdo, o secreto recado das águas de março, das madeiras e lejes que compõem o mais antigo cenário de vida. Cenário que vamos destruindo metodicamente, em vez de preservá-lo e restaurá-lo como opção para o triste viver urbano a que nos condenamos por inclinação suicida.

Porque Tom é isso aí: o vibrátil rapaz da cidade, que leva para Ipanema e leblon uma alma ressoante de rumores da floresta, perto da qual ele nasceu. Se ama o papo no bar, com amigos (”a cerveja locupleta os vazios da alma”, diz ele), será por invencível delicadeza, que ainda agora o fez declarar a Cristina Lira: “Eu só tenho feito gostar das pessoas”. E reconhecendo que “as conversas de bar procuram o longo caminho do equívoco”, um dia propôs a um amigo distante “estabelecer sesmarias aéreas” de sociedade com ele. Tom sabe voar sobre miudezas e convencionalismos que atrapalham a verdadeira comunicação, sob aparência de estimulá-la.

Se vai aos Estados Unidos, para gravar sua música em nível técnico mais apurado, até nisto segue política de pássaro, que emigra na hora sazonal e volta religiosamente ao habitat na hora certa. E ao voltar, continua tão brasileiro quanto era ao sair, que isso é raiz e sobrenome dele: Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim, nos papéis civis. De resto, incriminá-lo de americanização, a mim parece inverter o sentido das coisas. Tom leva para a América do Norte uma límpida, sensível imagem brasileira, que lá nos faz menos desconhecidos e até amados por quem distingue, através da música, o temperamento nacional de que ela resulta. (Exportação cultural, que corresponde ao nosso interesse econômico.)

Esse generoso, espontaneo ser urbano-silvestre que é o maestro Jobim representa muita coisa mais do que uma sensibilidade pequeno-burguesa que modula crônicas de amor para consumo da classe média, a que logo adere uma suposta classe alta. É antes um criador musical que concentra o espírito do Brasil antigo, situando-o na atualidade sob condições novas. Estabelece uma continuidade emocional em formas tão cristalinas que sentimos, graças ao seu talento, a novidade dos estados permanentes de alegria, tristeza e cisma, vividos pela nossa gente, à margem de estilos e modas. Um Nazaré e um Tom dispensam colocação didática na história da música brasileira. E em Tom esse sentir brasileiro é também um sentir dos ventos, das ramagens, dos seixos, das vozes de passarinhos, que não são cariocas nem fluminenses, é a “geologia moral” do Brasil, que procuramos esquecer mas subsiste como explicação maior da gente.

Tom Jobim, deputado eleito pelos sabiás, canários e curiós para falar, não aos povos da Zona Sul, mas a toda criatura capaz de ouvir e de entender pássaros, trazendo-nos uma interpretação melódica da vida. Isso que ele faz tão bem, cativando a todos. Ou a quase todos, pois seria vão esperar que os amantes do barulho erguido à categoria de música estimassem o antibarulho, o refinamento do som organizado em fonte de prazer estético e explicação do homem por si mesmo. O som de Tom, o som que uma fada (iara, sereia, camena?) lhe deu há 50 anos, presente das matas da Tijuca ao futuro morador do Leblon, ao mais despreocupado dos mestres, e por isso também o mestre que é mais agradável reverenciar.

Salve, Tom, em claro e meigo Tom!

Ocarina no iPhone

21 de novembro de 2008

Surge mais um software interessante para tornar seu iPhone ainda mais único, para os fãs de música e principalmente instrumentos de sopro, o SMule Ocarina.

O funcionamento é simples, na tela ficam marcados aonde seriam os “furos”, e com a intensidade do sopro no microfone, o software produz o som conforme as posições dos dedos.

Vídeo demonstrativo

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Vários usuários já postaram na web suas performances nos mais variados temas, confira abaixo:

Jurassic Park

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Super Mario

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Harry Potter

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 Veja este e outros softwares em smule.com.

Câmeras Digitais Bizarras

21 de novembro de 2008
Seria um isqueiro? 

Se você precisar fotografar um flagrante ou simplesmente não quiser demonstrar que está registrando um fato, a discretíssima câmera-isqueiro é a indicação. A “Zippo” tem memória interna de 64 MB, que armazena até 100 imagens e funciona com uma pilha AAA.

 

Quase um anel 

Se o seu dedo indicador só servia para dar o clique na câmera, agora ele é personagem principal. A Canon Snap foi feita para ser vestida e, se o usuário desejar, pode usá-la também para espionagens ocasionais. 

 

Grande em resolução e tamanho 

Quer megapixels? A câmera da Seitz tem 160 para oferecer, o que resulta em arquivos de até 1GB. O preço também é mega: 33.715 dólares.

 

Se passando por analógica 

Que tal relembrar os tempos em que não era possível ver a cena fotografada na hora? O protótipo Eazzzy, do designer Sungwoo Park, é uma pequena câmera que se conecta à porta USB do PC para somente então mostrar as fotos tiradas. 

 

Clássica 

O modelo Minox DCC Leica M3 é uma miniatura que busca os conceitos de câmeras clássicas analógicas, mas é digital. Ela tem display LCD de 1,5 polegada, resolução de 5,0 megapixels e memória interna de 32MB.

 

Hello Kitty 

O personagem com uma legião de fãs virou uma câmera que, além de fotografar, fica envergonhada. A Sanrio, especializada na turma da Hello Kitty, teve a idéia de fazer o modelo ruborizar a cada foto tirada. A resolução é de 5 megapixels.

 

Registro da natureza 

Esta mini câmera coloca a tecnologia de encontro com a natureza. Resistente a água - até 100 metros de profundidade, a Hero 3 Digital Wrist Camera tem memória interna de 16MB. O acessório é seu diferencial: ela pode ser usada no pulso, permitindo fotografias em movimento.

 

Vídeo à prova d’água 

Para quem gosta de filmar as próprias aventuras, a ATC2K Action Cam é a escolha ideal. A Oregon Scientific oferece o modelo com acessórios para que ela seja usada em capacetes ou acoplada a bicicletas. E claro, aos usuários submersos, a câmera filma em até 3 metros de profundidade em 30 frames por segundo.

 

Embutida na máscara 

Capturar ou filmar um mergulho com a Underwater Digital Camera Mask, da Liquid Image, é bem simples. A câmera opções de 3.1 ou 5 megapixels está inclusa em uma máscara, que suporta profundidade de até 4,5 metros.

 

Voadora 

O conceito desta câmera literalmente voa. Para que ela funcione, o usuário esfrega o palito, onde está inclusa a câmera, e solta o objeto no ar. O dispositivo tira as fotos em um intervalo de tempo determinado e é ecologicamente correto.

 

Conceito verde 

Para reduzir os danos das baterias ao meio ambiente, a Sony criou o protótipo Twirl N’ Take. Esta câmera digital precisa ser sacudida para funcionar, após um agito de 15 segundos, o usuário consegue tirar uma foto. O modelo não tem visor LCD e a Sony ainda não divulgou planos de lançá-la comercialmente.

 

Feita de madeira 

A Olympus mostrou, durante a Photokina 2006, o protótipo de uma câmera digital feita com madeira extraída de árvores ciprestes do Japão. Diferente da Sony, a idéia é pouco verde, mas a fabricante também não comercializa ou oferece previsões de venda do modelo.

 

 

Agradecimentos

IDG Now! tecnologia em primeiro lugar

WOW - MAIOR JOGO ON LINE DO MUNDO

21 de novembro de 2008

Expansão de World of Warcraft já está disponível

A Activision Blizzard lançou Wrath of the Lich King, nova - e aguardadíssima - expansão do MMORPG (jogo online para multidões) World of Warcraft. Para comemorar, mostrou mais um pacote de imagens do jogo. Confira abaixo.

O lançamento é importante para a empresa, já que deve recuperar os usuários do game que foram jogar Age of Conan: Hyborian Adventures ou Warhammer Online. Mais do que isso, a novidade pode dar um novo salto na incrível quantidade de assinantes de WoW, que já passa de 11 milhões mundialmente.

E nós do GrupoW não poderíamos deixar de comentar sobre esse fantástico mundo cheio de fantasia, ainda mais que 5 de nós somos super fãs desta renomada aventura on line.

Veja o vídeo de Wrath of the Lich King

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Veja imagens de Wrath of the Lich King

Fonte: Omelete.com.br

Ayrton Senna: mau caráter ou esportista?

21 de novembro de 2008

Ayrton Senna

Mau caráter ou esportista?

Ayrton Senna & Alain Prost - Japão 1989

Em 1989, na corrida do Japão Alain Prost bate propositalmente em Ayrton Senna e ganha com esta manobra - digamos assim - duvidosa, o campeonato de 1989. 

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Ayrton Senna & Alain Prost - Japão 1990 - O Troco

No ano seguinte a situação se inverte, Senna lidera o campeonato e com Alain Prost fora da corrida se consagraria campeão. Veja aqui o maravilhoso desfecho desta história. 

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Comentário Capsaicina

Tá bom, tá bom,  a gente sabe que a política de “Olho por olho, dente por dente” no final deixa todo mundo cego e banguela. Mas atire a primeira pedra quem não vibrou, mesmo que só um pouquinho, ao ver esta manobra do nosso querido Ayrton Senna.

Carro supersônico que atinge 1,6 mil km/h

21 de novembro de 2008

Mais rápido do que uma bala disparada de uma arma.

Assista ao vídeo aqui…

O piloto britânico Andy Green, conhecido por ultrapassar a barreira do som ao dirigir um carro a 1,2 mil quilômetros por hora em 97, pretende aumentar ainda mais a velocidade em seu próximo desafio. O piloto da Força Aérea Real (RAF, na sigla em inglês) quer atingir 1,6 mil quilômetros por hora a bordo de um novo carro supersônico.

Chamado de Bloodhound, o novo veículo será impulsionado por um foguete acoplado a uma turbina de um avião de caça chamado Typhoon-Eurofighter. Uma equipe de especialistas está trabalhando no projeto do carro há 18 meses e a expectativa é que a tentativa de bater um novo recorde de velocidade na Terra seja feita em 2011. Em 97, Green e sua equipe quebraram o recorde a bordo do Thrust SSC, também impulsionado por uma turbina de avião.

“Essa é uma das coisas mais empolgantes que você pode fazer no planeta e quando se tem oportunidade de fazer isso bem, com a última tecnologia, não há como resistir ao desafio”, disse à BBC o chefe de projeto do Bloodhound, Richard Noble.

O carro supersônico Bloodhound mede 12,8 metros, pesa 6,4 toneladas e deverá viajar mais rápido do que uma bala disparada de uma arma. As rodas têm 90 centímetros de diâmetro e irão girar tão rapidamente que precisaram ser produzidas com um titânio de alta qualidade para que não fossem destruídas. O carro irá acelerar de 0 até 1,690 km/h em apenas 40 segundos. Ao atingir a velocidade máxima, a pressão do ar dentro de sua carcaça de fibra de carbono e titânio excederá 12 toneladas por metro quadrado.

“Isso é uma grande aventura da engenharia”, afirmou o diretor técnico do Bloodhound, John Piper.

Risco

Green reconhece que haverá riscos envolvidos com a tentativa, mas afirma que o carro está sendo projetado para aumentar sua segurança.

“Isso garante que será zero risco? Não. A vida sem riscos é interessante? Não.”

“Vale a pena correr o risco por esse projeto pois se trata de um desafio enorme e uma grande recompensa no final, não apenas pelo recorde mas para inspirar a próxima geração de engenheiros a dividir a experiência com todas as crianças do país”, disse Andy Green.

A inspiração é um motor importante para o projeto. A gênese da idéia veio de Paul Drayson, o novo secretário para Ciência britânico que também é um piloto de corridas. Ele procurou Noble e Green quando ainda era funcionário do ministério da Defesa para ver se eles podiam desenvolver um projeto que pudesse chamar a atenção e estimular as crianças nas escolas para seguirem carreira em ciência e tecnologia.

Engenharia

Drayson ofereceu ao time a turbina EJ200 do Typhoon Eurofighter que foi usada no programa de desenvolvimento do caça. Essas turbinas já não servem mais para serem usadas em combate, mas ainda são boas o suficiente para alimentar o carro supersônico. O foguete irá fornecer a maior parte da energia para fazer com que o Bloodhound atinja a velocidade do som e a turbina do Typhoon permitirá que Andy siga até a velocidade alvo de 1,6 mil km/h.

Apesar de o ministério da Defesa ter emprestado a turbina do caça, o projeto é particular e ainda precisa arrecadar £10 milhões (R$38 mi). Além dos esforços no projeto da engenharia do carro supersônico, a equipe ainda procura um local ideal para que a tentativa de atingir um novo recorde seja feita. Em 97, quando a equipe ultrapassou a barreira do som com um carro supersônico a 1,2 mil km/h, o desafio foi feito no deserto de Black Rock, no Estado americano de Nevada.

Fonte: Jonathan Amos - da BBC News

Desenhos da Atualidade

21 de novembro de 2008

Desde os Simpsons vários desenhos apareceram escrachando a “familia tipica norte-americana”.

Atualmente há 2 desenhos que estão fazendo muito sucesso nos canais de TV a cabo como FOX Americana e reprisados em outros canais como o canal FX.. e eles são “Family Guy” traduzido no Brasil como “Uma familia da Pesada” e “American Dad”.. a unica diferença para os desenhos anteriores é que não poupam ninguem de suas piadas seja raça, religião ou credo.

Family Guy trata de uma familia onde os únicos integrantes inteligentes são o cachorro Brian e o bebé Stewie (extremamente sarcástico).

Já o American Dad trata de uma familia onde o pai é um agente da CIA. que resolve tudo nas confirmidades e “formas de agir” da “CIA”, nesta familia o único ser inteligente é um ET que fica escondido na casa e acabou como parte da familia.

Para assistir todos os episódios é so entrar nos links abaixo.

Tirem as crianças da sala e divirtam-se…