Você comeria um pão desses?
3 de junho de 2009Arte?

























O Ligre, também conhecido pelo seu nome em inglês, liger (lê-se láiguer), é um híbrido entre um leão e uma tigresa. Daí vem o seu nome: ligre =leão + tigre (liger= lion + tiger).
Esse animal é um híbrido estéril, pois o número de cromossomos do leão e do tigre são pares, mas diferentes. Assim o ligre tem um número ímpar de cromossomos graças ao processo da meiose que ocorre na formação dos gametas femininos e masculinos (óvulos e espermatozóides, respectivamente), não podendo se acasalar com nenhum outro animal com características parecidas, como o próprio tigre ou leão, só com o tigon, o híbrido inverso, mas seus filhotes tem a saúde delicada.
O seu aspecto é de um gigantesco leão com raias de tigre difusas. Ele é, atualmente, o maior felino do mundo, possuindo entre 3,5 e 4 metros de comprimento. Com apenas três anos pode vir a pesar meia tonelada, por meio de sua dieta de carne e frango.
Acredita-se que o enorme tamanho que esses animais atingem ocorra pela ausência de genes que condicionem a produção de hormônios inibidores do crescimento. Isso porque nos leões essa é uma herança materna, e nos tigres é paterna, portanto os ligres não recebem esses genes.
O cruzamento entre leões e tigres só ocorre por ação do homem. Além de os hábitos de ambas as espécies serem muito diferentes, elas geralmente não compartilham os mesmos territórios, de maneira que há poucas possibilidades de se encontrarem para formar este estranho cruzamento. Na atualidade esses animais só coexistem na natureza no bosque de Gir, na Índia. Antigamente porém, leões e tigres coexistiram na Mesopotâmia, Cáucaso, Pérsia, Afeganistão e em grande parte do subcontinente indiano.
Existe também o tigon (lê-se “táigon”), que é o híbrido de uma leoa com um tigre. Em português, o nome seria, provavelmente, tigreão (”tigre” + “leão”).
Clique aqui para saber mais sobre o Tigon
Fonte: Wikipedia
A Web é o novo modelo de programação. Essa foi a mensagem do Google durante a abertura do conferência Google I/O, evento que conta com a participação de 4 mil desenvolvedores e que começou nesta quarta-feira (27/5), nos Estados Unidos.
Durante a abertura, o Google mostrou a próxima geração de tecnologias web que vão concorrer com as aplicações dos computadores, com foco no que pode ser feito com a linguagem de desenvolvimento HTML 5.
“Finalmente temos a rede, os negócios, os programadores e as ferramentas para construir a plataforma que quero mostrar”, declarou Eric Schmit, Chief Executive Officer (CEO) do Google, durante a abertura do evento.
De acordo com o executivo, o modelo de programação baseado na internet vai suceder o do mainframe e do desktop.
Muitas das aplicações mostradas pelo Google para os desenvolvedores ainda não estão prontas. Elas dependem da adoção da HMTL 5, que está em desenvolvimento por um consórcio de empresas e de organizações.
O vice-presidente de engenharia do Google, Vic Gundotra, que já trabalhou para a Microsoft, disse que acreditava que as aplicações web nunca rivalizariam com o desktop. “Esse foi um erro que cometi uma vez”, afirmou. “A Web se transformou no modelo dominante do nosso tempo”.
Com o HTML 5, explicou o executivo do Google, será possível ir além da Web 2.0. Como exemplo, Gundotra demonstrou o projeto de código aberto O3D, que oferece gráficos tridimensionais pelo navegador de internet.
O diretor de engenharia do Google, Matthew Papakipos, disse que permitir gráficos 3D nos browsers vai exigir uma novo conjunto de APIs (Interface de Programação de Aplicativos em português, um conjunto de rotinas e padrões estabelecidos por um software para a utilização das suas funcionalidades). No momento, a empresa trabalha com Apple e Mozilla, neste esforço.
“Temos um longo caminho, mas o processo já começou”, declarou Papakipos. Ele pediu para que os desenvolvedores começassem a desenvolver aplicações reais 3D.
Fonte
IDGNow