Gerador nuclear de quintal disponível em 2013

14 de novembro de 2008
A Hyperion Power Generation, Inc. (HPG) promete disponibilizar uma bateria nuclear com capacidade de produzir 25 megawatts de energia elétrica, o suficiente para uma cidade de vinte mil habitantes. A bateria pode funcionar entre sete a dez anos sem ser recarregada. E seu custo inicial deve ser de vinte milhões de dólares.
Hyperion

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A proposta do gerador é auto-regulação por meio de propriedade intrínsecas do hidreto de urânio que serve ao mesmo tempo como moderador e combustível. A disponibilidade controlada por temperatura do hidrogênio contido no hidreto controla a atividade nuclear. Se a temperatura do núcleo aumentar muito o hidrogênio é drenado para fora do núcleo do reator e a produção de energia diminui. O equipamento não apresenta partes mecânicas e sua natureza compacta e segurança relativa proporciona a possibilidade de produção em massa a um baixo custo. O que deve fazer com que o preço do equipamento diminua bastante nos próximos anos. E tudo isto numa bateria portatil pouco maior do que uma pessoa e que pode ser carregado com caminhão.
Como o hidreto de urânio não é aproveitável para fabricação de armas nucleares existe um risco baixo de restrições governamentais.

A energia nuclear é uma alternativa que resurge em meio a atual crise energética. Ela pode ser muito limpa e segura, até os ambietalistas xiitas estão começando e perceber isto.

Agora é só economizar e esperar até 2013 para comprar o seu Hyperion Power Generation (HPG).

É só conferir na mídia. A empresa já está com vários pedidos e espera vender mais de quatro mil unidades até 2023.

Agradecimento: O Cientista Diário

Lâmpada de 60 watts é acesa sem o uso de fios elétricos

2 de outubro de 2008

Em um mundo perfeito, não existiriam fios. Atrapalham a visão, se enroscam atrás de mesas e limitam o alcance das redes de dados. Por isso, o telégrafo abriu caminho para o rádio, os celulares libertaram as telecomunicações e as redes Wi-Fi, os computadores. Agora, mesmo o último reduto dos fios – as linhas de transmissão de energia elétrica podem cair.

Pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) nos Estados Unidos, conseguiram acender uma lâmpada de 60 watts enviando eletricidade ao objeto sem fio. A experiência mostra um futuro em potencial no qual celulares e outros dispositivos eletrônicos seriam recarregados sem a necessidade de plugá-los em uma tomada. Ou quiçá, não precisariam de baterias pela possibilidade de alimentação remota. A inovação descrita no Science Express, publicação online da revista Science, está sendo chamada de witricidade.

O conceito de transmitir energia sem fio não é novo, mas seu uso em larga escala foi desencorajado pela ineficiência, já que o pulso eletromagnético gerado se irradiaria em todas as direções. Mas isso mudou quando Marin Soljacic, professor de física no MIT, detalhou como transferir energia por ondas moduladas. A chave para o controle da direção é programar o dispositivo de carga e o objeto a ser alimentado para vibrarem na mesma freqüência, permitindo a troca de eletricidade. É parecido com o fenômeno pelo qual uma cantora de ópera consegue quebrar uma taça de vinho, porque sua voz ressoa na mesma freqüência que o cristal.

“É muito estimulante”, comemorou Soljacic. “O processo pode ser replicado com relativa facilidade. Podemos ir ao laboratório e repeti-lo quantas vezes quisermos”. Mas eliminar os fios é necessariamente algo bom? Soljacic garante que “é evidente que as pessoas acharão crucial a invenção”.

O sistema do MIT apresenta eficiência entre 40% e 45% – a maior parte da energia não está sendo usada pela lâmpada acesa. Soljacic acredita ser necessário tornar a tecnologia pelo menos duas vezes mais eficiente para competir com as velhas baterias.

Além disso, o condutor de cobre que libera a eletricidade tem quase 60 centímetros de largura – muito grande para ser viável para todos os dispositivos eletrônicos portáteis. A distância de 2,13 metros poderia ser ampliada para recarregar todos os dispositivos em um cômodo. Para Soljacic, todas essas melhorias são possíveis. O próximo passo é acender mais que lâmpadas, talvez um notebook ou um aspirador de pó automático.

Os pesquisadores do MIT frisaram que a descarga magnética envolvida na wikitricidade é segura para humanos e todas as coisas vivas. A ausência de dano aparentemente tem duas vias: os pesquisadores observaram que não há interrupção na transferência de energia quando interpõem no caminho do sinal pessoas ou outros objetos.

Veja também: www.ibs-energy.com.br.

Agradecimentos a sustentabilidade.org.

Energia Limpa BMW H2R

2 de outubro de 2008

Para reforçar a imagem de combustíveis alternativos na Alemanha, a BMW desenvolvolveu o H2R, com a intenção de estabelecer novos registros de desempenho em hidrogênio. O veículo é composto de um chassis com fibra de carbono, combinando as características aerodinâmicas com um motor BMW.

O motor é uma versão modificada do 6,0-litro de 12 cilindros unidade encontrados no 760i. Os textes foram feitos em Miramas, no sul da França.

BMW já anunciava a produção de um carro movido a hidrogênio através da fixação de nove recordes mundiais com a sua inovadora H2R Record Car. Usando uma versão adaptada do 6,0-litro de 12 cilindros motor de BMW 760i, a eficiente arerodinâmica da fibra de carbono H2R destacados nos resultados após um intenso dia de testes em Miramas

Esta não é a primeira vez que a empresa apresenta um veículo com propulsão em hidrogénio, a BMW vez analisando a utilização de veículos movidos a hidrogênio desde 1978. Em maio de 2000, foi a primeira montadora a executar uma demonstração da frota de 15 de hidrogénio-powered 750iL da BMW em 200, começou uma campanha mundial em favos da energia limpa destinadas a sensibilizar o público para esta tecnologia. A H2R quebrando o recorde de sucesso é um importante impulso à viabilidade técnica e credibilidade global do sistema de hidrogênio, essencial para a transição e para a produção.